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Mês dos Pais: pai e filho compartilham paixão pelo futebol no Country Club Valinhos

Neste Mês dos Pais, o Country Club Valinhos celebra histórias que mostram como a relação entre pais e filhos pode ser fortalecida por meio do esporte. Para este pai Grazziani Nascimento Cuenca e seu filho, Bernardo (Bê), o futebol se tornou um ponto de conexão e uma forma especial de construir memórias juntos.

Pai e filho: uma paixão pelo futebol que atravessa gerações

A relação desse pai com o futebol começou ainda na infância, por volta dos seis anos, nas brincadeiras da escola e, principalmente, na pequena quadra do prédio onde morava, em São Paulo.

Um minicampeonato disputado naquela época ficou marcado para sempre. O time terminou como vice-campeão e a frustração daquela primeira derrota trouxe uma lição que ele carrega até hoje: no esporte, vitórias e derrotas fazem parte da jornada, mas é preciso seguir evoluindo.

Anos depois, ele teve a oportunidade de acompanhar o filho dando os primeiros passos no mesmo esporte que tanto ama. E, para ele, o mais importante é que Bê possa descobrir o futebol de maneira leve, divertida e no próprio ritmo.

“Ver o entusiasmo dele pelo esporte que eu tanto amo é motivo de imensa alegria, orgulho e fortalecimento do nosso vínculo paterno”, conta.

O interesse de Bê pelo futebol cresceu ainda mais depois da última Copa. O menino passou a decorar equipes, datas de nascimento dos jogadores, escalar seleções e acompanhar cada vez mais de perto o universo do esporte.

Para o pai, cada uma dessas descobertas representa também uma oportunidade de estar presente e acompanhar uma fase que sabe que passará rápido.

Memórias que o esporte ajudou a construir

No Country Club Valinhos, algumas dessas experiências já se transformaram em lembranças especiais para pai e filho.

Uma delas foi a primeira vitória do time de Bê em um torneio interno da escolinha de futebol. Para o pai, o momento foi inesquecível.

“A alegria, o brilho nos olhos e o orgulho dele por me ver na torcida foram impagáveis”, relembra.

Outra memória marcante aconteceu quando os dois acompanharam juntos a final do 40+ da Olimpesec, em 2025, realizada no próprio clube. Mesmo com um resultado diferente do esperado, a experiência ficou registrada como mais um momento compartilhado entre os dois.

Também houve espaço para uma experiência de frustração. Bê não foi aprovado em sua primeira seletiva interna e, naquele momento, pai e filho tiveram a oportunidade de aprender juntos sobre expectativas, negativas e a importância de seguir em frente.

“Eu estava mais nervoso do que ele”, conta.

A situação mostrou, na prática, que o esporte não é feito apenas de vitórias. As dificuldades também fazem parte do processo de crescimento.

O esporte como aprendizado para a vida

Para esse pai, o esporte na infância vai muito além da prática do futebol. É uma oportunidade para aprender sobre disciplina, dedicação, frustrações, conquistas e superação.

Ele espera que Bê compreenda que dificuldades e negativas fazem parte da caminhada e que a diferença está na maneira como cada pessoa escolhe enfrentar os obstáculos.

Nem sempre será possível ser o mais talentoso, mas o empenho, a disciplina e a força de vontade estão ao alcance de cada um.

Uma frase do saudoso Ayrton Senna resume a mentalidade que ele procura transmitir ao filho: “Quando penso que cheguei ao meu limite, descubro que tenho forças para ir além.”

Mais do que incentivar uma possível trajetória no futebol, o desejo é que Bê encontre no esporte ferramentas que possa levar para toda a vida.

Mais do que futebol: uma relação construída com presença

Independentemente de onde a caminhada esportiva de Bê possa chegar, o pai sabe que os principais ensinamentos permanecerão.

Para ele, acompanhar cada etapa de perto, comemorar as conquistas, enfrentar as frustrações e simplesmente estar presente são algumas das maiores recompensas da paternidade.

“Independentemente de onde essa caminhada nos leve, sei que os ensinamentos para a vida permanecerão. Estar presente, vivenciando cada etapa bem de perto e juntos, é a maior gratificação que posso ter como pai”, afirma.

Neste Mês dos Pais, histórias como essa mostram que a paternidade também é feita de pequenos momentos: uma torcida na arquibancada, uma comemoração depois de uma vitória, uma conversa após uma derrota e a certeza de que existe alguém ao lado para todos os momentos.

No fim, mais do que compartilhar a paixão pelo futebol, pai e filho estão construindo uma relação baseada em presença, incentivo, companheirismo e amor.

E talvez seja justamente essa a lembrança que ele mais deseja deixar para o filho:

“Gostaria que ele soubesse que sempre — sem exceção —, enquanto eu estiver aqui, estarei ao lado dele, apoiando-o em qualquer caminho que ele escolher trilhar.”

Porque algumas paixões podem até ser compartilhadas. Mas o que realmente fica são as memórias construídas juntos.

Country Club de Valinhos

Esporte que aproxima. Memórias que permanecem.

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